Porque o Vanilla Café abraça o trabalho remoto

| 04/11/2010 | 2 Comments

E o @vanillacafe adere abertamente ao coworking que já rolava em suas lojas.

Pra quem vive e trabalha remotamente em São Paulo, o Vanilla Café é um dos refúgios preferidos. Com suas lojas localizadas perto de pontos estratégicos como Av. Paulista, cardápio agradável e wi-fi gratuito, as cafeterias do Vanilla costumam atrair profissionais e seus notebooks em bando. Tem noites que o lugar parece uma lan house.

Pois bem, parece que o Vanilla percebeu isso. O anúncio da foto acima mostra bem essa nova linguagem, “convocando” as pessoas a trabalharem, fazerem reuniões por lá. Com agendamento e tudo. Talvez seja uma das primeiras coffee shops, fora Starbucks, que reconhece publicamente o número que os trabalhadores remotos representam. E inclusive um dos espaços abertos em São Paulo, na Av. Roberto Marinho, desenvolveu um espaço corporativo equipado com uma sala de reunião completa para locação para empresas, incluindo o coffee break. Conforme as fotos que você vê abaixo.

Fachada da loja conceito do Vanilla, na Av. Roberto Marinho. Foto: Divulgação

Fachada da loja conceito do Vanilla, na Av. Roberto Marinho. Foto: Divulgação

Conversei via assessoria com o Sergio Freire, superintendente de marketing da Platian Franquias, que detém a marca Vanilla por aqui. Segundo ele, o Vanilla sempre teve essa preocupação, “desde o ambiente confortável até as questões técnicas, como pontos de energia espalhados e wi-fi”.

Freire diz que , segundo o que já apurou, o trabalhador móvel é um cliente que consome mais, independente do período (café, almoço ou janta) e passa períodos mais longos dentro do Vanilla. E costuma dar feedbacks do que acha da casa. “Dessas experiências que coletamos nasceu, por exemplo, o espaço na Roberto Marinho”.

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Category: Fora de casa

Escrito por

Jornalista, 30 anos, trabalha com um netbook e smartphone onde for, além de fones de ouvido extra-reforçados.
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  • Fernanda Nudelman Trugilho

    To chocada! Vanilla foi um dos primeiros cafés a tampar suas tomadas, para evitar que as pessoas ficassem horas a fio sentadas trabalhando.
    Inclusive, foi uma fase em que todos os cafés começaram a rejeitar os mobile workers e surgiram polêmicas como estas:
    http://improveverywhere.com/2008/02/25/mobile-desktop/
    http://bits.blogs.nytimes.com/2010/08/02/no-e-books-allowed-in-this-establishment/
    Que bom que tenham mudado de opinião sobre os profissionais móveis :)

    • http://www.movebla.com Anderson Costa

      Genial o desktop móvel. =)
      Acho que o Brasil está na contramão do que acontece lá fora. Enquanto cidades americanas limitam até o uso de Wi-Fi, aqui a demanda por espaços desse tipo só aumenta. A estratégia muda de país pra país. Como o Starbucks, por exemplo, que por um tempo cobrou acesso à internet em suas cafeterias aqui no Brasil mas agora dá 2 horas grátis para qualquer cliente.